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SERPENTINE

A obra propõe uma investigação poética acerca da obra Serpentine Dance de Loïe Fuller, assim como, a pesquisa da artista Aspásia Mariana, na relação dança com mediação tecnológica, questionamentos acerca de hegemonias e hierarquias construídas ao longo do tempo dentro da própria dança. Utilizando elementos cênicos, audiovisuais e sonoros que se transformam dialogando com o espaço expositivo. A narrativa dramatúrgica se desenvolve através de camadas de vídeo, projeções, trilha sonora original e efeitos visuais, criando uma experiência interativa e acessível.

Direção, argumento e intérprete: Aspásia Mariana  Assistencia de direção: Márcio Medeiros  Dramaturgismo: Aspásia Mariana e Márcio Medeiros  Direção Audiovisual e Finalização: Allan Diniz ⭒ Montagem e Efeitos Visuais: Rodger Lucas ⭒ Figurino: Ruth Aragão ⭒ Assistente de figurino: Ana Luiza Roberto ⭒ Trilha Sonora, Desenho Sonoro e Edição de Som: Lara Lima e Izma Xavier ⭒  Iluminação: Walter Façanha ⭒ Montagem de luz e operação: Raimundo Souza [ Raimundinho ] ⭒ Áudio descrição: Clarissa Costa, Paulo W. Lima, Júlio Valério e Lara Lima ⭒ Estúdio gravação: Estúdio Trans  Apoio: Porto Iracema das Artes, Galpão da Vila, Cantinho e Dragão do Mar ⭒ Obra contemplada no Edital Ocupa MIS 2024/2025 ⭒ 

Teleperformance IMEDIAÇÕES

A "Teleperformance Imediações" foi uma ação artística e teleperformance criada como parte de um workshop ministrado pelo pesquisador e artista italiano Armando Menicacci, com a assistência de Aspásia Mariana na programação com o software Isadora e realizadora da Transmissão, assim como, intérprete-criadora, durante a 7ª Bienal Internacional de Dança do Ceará.

Teleperformance iniciada por Armando Menicacci, Montreal (Canadá) ⭒ Assessoria artística: Nicolas Berzi - Montreal (Canadá) ⭒ Assistente de programação Isadora e realizadora da Transmissão: Aspásia Mariana Fortaleza (Brasil) ⭒  Criação e interpretação Felipe Bolcont : Canavieiras (Brasil) Simone Camargo: Grenoble (França) Janahina Cavalcante : Salvador (Brasil) Thiago de Araujo : Goiânia (Brasil) Ariadne Filipe : São Paulo (Brasil) Sarah Ferreira : Florianópolis (Brasil) Aspásia Mariana : Fortaleza (Brasil) Paula Matthews : São Paulo (Brasil) Hudson Renato : Vitória (Brasil) Alba Vieira : Viçosa (Brasil)  ⭒ Música : Edvan Monteiro - São Paulo ( Brasil) e Hudson Renato - Vitória ( Brasil ) ⭒ 

GUERREIRAS

Em G U E R R E I R A S o que nos antecede é o silêncio, uma dança silenciosa da preparação. Estamos e seguimos dançando por aí, em chão de terra batida, fazendo soar com a alfaia o som das que resistem. Existe som no silêncio e nele dançamos em ritual, preparando nosso corpo pro que está e o que virá.

As G U E R R E I R A S estão aqui e eu com elas, as que nos antecederam, num ritual de preparação, com força e ternura. 


Desenvolvido dentro do Laboratório de Dança do Porto Iracema das Artes I 2016 e contemplado no Edital de Artes da Secultfor - 2016 na categoria montagem.

Intérprete criadora, pesquisa e argumento: Aspásia Mariana ⭒  Tutoria: Micheline Torres ⭒ Colaboração: Elitiel Guedes ⭒ Design: Diogo Braga ⭒  Pintura corporal: Benício Pitaguary  Dançam comigo e agradeço: Espertirina ∙ Ivânia ∙Jovita ∙ Clarice ∙Lia ∙ Yemanjá ∙ Cecília ∙ Julia ∙ Louise ∙ Luisa ∙ Elaine ∙ Renata ∙ Isabelle ∙ Alanna ∙ Karla ∙ Patrícia ∙ Sara∙ Maria Bonita ∙ Maria da Penha ∙ Maria Pereira ∙ Dadá ∙ Joana ∙ Evilene ∙ Manjari ∙Aline ∙ Karinne ∙ Tati ∙Marília ∙ Jamille ∙ Fabi ∙ Andréa ∙Olga ∙ Fuller ∙ Tina ∙ Haydée ⭒ 

Não é dança filmada

Registro do projeto de intervenção urbana realizado na Bienal Sesc de Santos

 

‘Não é dança filmada’ - um trabalho de intervenção urbana, onde dialogam o vídeo e a dança, propondo levá-los para as ruas, projetando em prédios, casas, muros. Nossa intenção é de alcançar pessoas que não tem como tradição a participação em festivais de vídeo, queremos levar a vídeo dança para quem está saindo do trabalho e voltando para casa, por exemplo, e com isso, atravessar uma rotina, modificá-la, interferindo e possibilitando uma dilatação de tempo, através desses vídeos projetados em grande escala como prédios, ou em menor escala, como muros de residências, fachadas, etc, para provocar espaços/lugares de dança, para a dança e com a dança em relação.

 

 ⭒ Criação e realização: Aspásia Mariana e Diogo Braga ⭒ 

A dança da lebre  La danse du lièvre

Intérpretes criadores: Aspásia Mariana e Diogo Braga
Direção Audiovisual: Luciana Viera
Dramaturgia: Aspásia Mariana e Diogo Braga

Instalação Interativa "A solução de todos os problemas do mundo"

Instalação interativa criada utilizando o software Isadora com o apoio da École Média Art (EMAFructidor) e com o incentivo do Ministério da Cultura, através do edital de intercâmbio, possibilitando meu deslocamento entre Fortaleza e Chalon Sur Saône (FR). Com estreia no Museum Consortium- Dijon (FR)
 

MA VIE

"La lumière est venue à moi" - Loie Fuller
 

Esta montagem solo em dança contemporânea é a investigação na relação teatro / dança e do corpo imagem em diálogo com recursos tecnológicos através da iluminação cênica.

Aproximando linguagens cênicas a partir do que foi proposto inicialmente na dança de Loïe Fuller, atriz, bailarina que investigou a relação com as tecnologias através do uso da luz e em especial na obra "Dance Serpentine" assim como a investigação que ela fez com o uso da iluminação no corpo, criando entre corpo e luz um diálogo, dançando juntos, em composição, sem se limitar a luz como uma definição atmosférica no espaço.

Concepção, coreografia e Intérprete: Aspásia Mariana ⭒ Iluminação: Walter Façanha ⭒ Figurino: Ruth Aragão ⭒ Interlocução diária: Márcio Medeiros e Paulo José  Edição de áudio/ trilha: Aspásia Mariana  ⭒ Voz off: Laya Lopes (jardim das horas)  Professora de francês: Eveline Nogueira ⭒ Orientação: Gustavo Ciríaco e Paulo Caldas Texto livremente inspirado no livro: Quinze Ans de Ma Vie - Loïe Fuller ⭒ 

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